ainda mais poesia
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Archive for the 'Uncategorized' Category

December 28, 2009

soltando a borboleta – conchas do mar
Borboleta visita Maria melo

A parte quase conhecida

May 25, 2008

 

Confesso que a natureza
me surpreende,
não apenas nas cores de suas nuvens,
na maquiagem dos olhos,
nos sabores dos beijos,
nos oficios das mãos,
nos segredos dos pensamentos…
Surpreende-me,
fenômenos do ar,
da água,
da luz, do hidrogênio,
mistérios do carbono, do silício,
de todos os elementos.
Surpreende-me sentimentos
absurdos, de sabores
indecifráveis e indescritíveis.
Surpreende-me o presente do tempo,
a generosidade
da existência
na doação do corpo e da mente,
num dia de [...]

Os direitos

April 24, 2008

 

Os direitos de se fazer bebês…
se garantem por leis, arsenal profundo,
nascer e viver se discute
do primeiro ao último mundo.
Nascido o bebê
Tem direito aos abraços ao berço
ao peito, ao pão amplo e vasto,
sem jamais reclamar seus direitos.
O bebê tem direito ao colo ao carinho,
A agua limpa que acalma e banha
leite morno, do peito cheinho,
sem favor ou [...]

passos

April 21, 2008

Deu passos errados?
Acerte o passo…
Volte e recomece
mais prudente e mais sabio.

April 4, 2008

 

Do you want to share your heart with me…

meu navio no mar

April 3, 2008

 

Há um navio gigante
que parece vazio.
Parece errante
mas segue o rio.
O grande rio,
de aguas sujas
também sagradas,
sujas das vivências
mal acostumadas.
Nada importa,
se o navio não afunda,
aberta suas portas,
a todas as portas do mundo.
O que leva este navio,
a navegar somente,
do fim ao começo do rio,
de toda e qualquer gente?
É a gente em si
seu único valor real,
que o faz à [...]

The thinker

April 3, 2008

The thinker: The art of thinking and the thought.
He thinks. The light condenses. The form appears.
He is still innocent. His creature is of him only.
The grateful universe, it hugs and kisses
any type of life
what in his border flutters.
The movement of the solitude
it puts between the stars his creation
far from any hand reach.
but he knows,
any way [...]

April 2, 2008

Das Mädchen und die Mutter gingen auf einer Straße spazieren
gewickelt in einem florest des Getreidefeldes:
Das Mädchen sagte:
Ist es wahr, der Gott war, der alles schuf,
Machte er es in einigen kleinen Tagen?
Alles was? gefragt die Mutter.
Alles, dass ich sehe. Geantwortet das Mädchen.
Ja. Es war. gesagt die Mutter.
Wie? Gefragt das Mädchen.
Und jetzt …? Gedanke, die Mutter.
Wie ziehen [...]

April 2, 2008

La muchacha y la madre andaban por un camino
abrigado en un florest de trigal:
La muchacha dijo:
Es ello verdadero que era Dios que creó todo,
¿en sólo algunos pequeños días?
¿Todo qué? preguntado a la madre.
Todo que veo. Contestado a la muchacha.
Sí. Era. Contestado a la madre.
¿Cómo? Preguntado a la muchacha.
¿Y ahora …? Pensamiento, la madre.
¿Cómo dibuja usted? [...]

April 2, 2008

La fille et la mère marchaient sur une route
emballé dans un florest de champ de blé :
La fille a dit :
Est cela vrai qui était Dieu qui a créé tout,
dans seulement quelques petits jours ?
Tout que ? demandé la mère.
Tout que je vois. Répondu à la fille.
Oui. Il était. Répondu à la mère.
Comment ? Demandé [...]